sexta-feira, 23 de março de 2007

VIRGIN BLACK vai realizar um show único e exclusivo na Europa


VIRGIN BLACK vai realizar um show único e exclusivo na Europa
Data: 3/20/2007


A banda australiana VIRGIN BLACK vai realizar um único e exclusivo show na Europa destacando seu álbum "Requiem - Mezzo Forte". VB será a banda principal do Elements Of Rock Festival em Zurich na Suíça, que vai acontecer nos dias 20 e 21 de abril. No evento estará disponível para venda o novo álbum que tem seu lançamento oficial marcado para o dia 27 de abril na Europa. O CD será distribuído pela Massacre Records e terá uma versão limitada em digipack com um CD bônus. O tracklist do “Requiem - Mezzo Forte”é:
1. Requiem, Kyrie
2. In death
3. Midnight´s hymn
4. ...and I am suffering
5. Domine
6. Lacrimosa (I am blind with weeping)
7. Rest eternal


CD bônus:
1. Mother of Cripples (Demo)
2. Whispers of Dead Sisters (Trance)
3. Museum of Iscariot (Sombre Romantic)
4. Our Wings Are Burning (Elegant...and Dying)
+ Our Wings Are Burning video clip

www.virginblack.com



VIRGIN BLACK
Ian Miller (bass, vocals); Dino Cielo (drums); Samantha Escarbe (guitar); Rowan London (vocals, keys); Craig Edis (guitar)

Adelaide's Virgin Black display an epic mastery of the Gothic doom style, creating superbly dark, melancholy music. Some comparisons with the likes of My Dying Bride could be made, but Virgin Black has a distinctive approach that makes them unique, with a real passion in Escarbe's playing and London's vocals that is rarely found elsewehere. The only major change in the band has come with the addition of Miller in place of Aaron Nicholls after the recording of the second album. In mid-2003 they toured Germany and the US with Agalloch and followed that up with a national tour in November. A highly recommended band.
Discography:
Elegant... and Dying (The End) 2003

Rowan London (vocals, keyboards, piano)
Samantha Escarbe (guitar, cello)
Dino Cielo (drums)
Craig Edis (guitar, vocals)
Aaron Nicholls (bass)

Sonia Wilkie (flute) Adorned in Ashes
Velvet Tongue
And the Kiss of God's Mouth (Pt 1)
And the Kiss of God's Mouth (Pt 2)
Renaissance
The Everlasting
Cult of Crucifixion
Beloved
Our Wings Are Burning
Sombre Romantic (Massacre) 2001

Rowan London (vocals, keyboards, piano, violin)
Samantha Escarbe (guitar)
Dino Cielo (drums)
Craig Edis (guitar, vocals)
Aaron Nicholls (bass, vocals) Stare
Embrace
Walk Without Limbs
Of Your Beauty
Drink the Midnight Hymn
Museum of Iscariot
Lamenting Kiss
Weep For Me
I Sleep With the Emperor
A Poet's Tears of Porcelain
Silence
Trance (EP) (self release) 1998

Rowan London (vocals, keyboards, piano, violin)
Samantha Escarbe (guitar)
Dino Cielo (drums)
Craig Edis (guitar, vocals)
Aaron Nicholls (bass, vocals) Opera de Trance
A Saint is Weeping
Whispers of Dead Sisters

Compilation tracks: Veil of Tears; Mother of Cripples; Anthem -- Falling on Deaf Ears (Rowe) 1996

Vaakevandring aparecerá no Endtime Festival

Os fans de Vaakevandring terão a chance de ver a banda no Endtime Festival, a banda confirma a presença, juntamente com o Antestor. O Vaakevandring somente está retornando para fazer uma apresentação neste evento. Outras bandas que tambem estarão no evento são: Crimson Moonlight, Drottnar, Extol, Incrave (ex-Evergrace), Inevitable End, Harmony, Pantokrator, Vardoger, Veni Domine, Virgin Forest e alguns convidados especiais. O Endtime Festival acontecerá em Halmstad, Suécia no dia 30 e 31 de março.

Nome do CD Arena of Aliens - Sunroad


Nome do CD Arena of Aliens - Sunroad
Nome da gravadora **
Review por Rafael Carnovale
Nome da banda Arena of Aliens - Sunroad
E-mail **
Site da banda **
Review O embrião do Sunroad foi formado em 1996. pela junção de músicos talentosos oriundos de Goiânia. Formados no hard rock anos 70 e no heavy metal. todos decidiram fundir seus estilos num calderão musical que hoje já trouxe ao mundo 3 bons álbuns. Este “Arena of Aliens” é de 2003. e vem mostrar o talento de Haron Vex (vocal). Alberto Conde (Guitarras). Akasio Angels (Baixo) e Fred Mika (bateria). Na formação básica do rock (guitarra. baixo e bateria). o Sunroad aposta na tradição do rock empolgante e alegre.


E o faz muito bem: “Light Up The Sky” nos brinda com belos “riffs” e uma melodia “grudenta” e bem colocada. O vocal de Haron é simples. mas inteligente. A “rifferama” continua em “Chains Must Be Hard” (com alguns toques “blueseiros”) e nas pitadas de “AOR” de “The Amadeus Journey” (um lindo instrumental).

“Livin’ and Lovin’” foi pescada do hard anos 80. e soa suave e bela aos nossos ouvidos. contrastando com o peso quase heavy metal de “Arena of Aliens”.”Earthships to Infinity” e a levada a lá KISS de “Midwest Band”. Os caras ainda tiveram a manha de fazer uma “suíte” com o nome de “Nachpiel”. sendo a primeira parte instrumental (“Ana Julia’s Wathercock”) e a segunda mais rockeira (“Seasons”). As letras tem como foco o ser humano. mostrando que o mundo que vivemos pode ser tornar de fato uma arena de alienígenas. que seríamos nós mesmos.

Um bom CD. bem feito. bem produzido. e que dará continuidade à carreira desta talentosa banda. Parabéns a galera do Sunroad.

Site Oficial: http://www.sunroadgroup.com.br

Material Cedido Por:
Sunroad Banda
Http://www.sunroadgroup.com.br
Goiânia (GO)


A banda SUNROAD vem de Goiânia, Goiás. Eles estão juntos desde 1996 e se chamavam ALIEN nesta época. Em 1998 a primeira demo com faixas foi gravada e o nome mudou para SUNROAD. em 1999, o primeiro álbum foi lançado o qual contém um Hard Rock simples, não é muito maduro. O vocalista não é muito bom, mas era apenas o começo! O CD promocional com 4 músicas de 2001 possui ainda o mesmo Hard Rock / Metal simples e o vocalista ainda apresenta algumas falhas. Mais tarde lançaram o álbum "Arena of Aliens" que é um grande passo adiante!! O novo vocalista e as músicas são muito melhores!! É um bom Hard Rock no seu velho estilo!

Nome do CD Ai - Seraphim


Nome do CD Ai - Seraphim
Nome da gravadora **
Review por Alex Estevam
Nome da banda Ai - Seraphim
E-mail **
Site da banda **
Review

É impossível ouvir bandas com mulheres vocalistas sem fazer menção ou lembrar de Nightwish. Apesar desta não ser a primeira banda a ter a idéia de misturar heavy metal com belas vozes femininas (diga-se de passagem o Theatre of Tragedy veio bem antes). o Nightwish. querendo ou não. soube como levar este estilo ao topo.

Contudo. muita coisa diferencia o Seraphim do Nightwish. começando pela região em que nasceu. O Seraphim vem de Taiwan e nos presenteia com a belíssima cantora Quinn. com sua tremenda voz operística acompanhada de músicos renomados da cena Taiwanesa de Heavy Metal.


Apesar de eu ter recebido um CD-R sem os devidos acabamentos tanto gráficos como sonoros. já dá pra ter uma bela idéia do que a banda é capaz. O fato de ser uma banda Taiwanesa de metal mostra que aquela região do planeta é capaz de produzir boa música além de microchips e aparelhos eletrônicos. São 14 faixas com sonoridades distintas. o que traz boa identidade a cada canção. mas com um timbre próprio!

Apesar da vocalista Quinn só participar neste álbum da última faixa. uma boa conclusão pode ser tirada deste material. que promete colocar o Seraphim em patamares mais altos na cena mundial. Até show do Angra eles abriram por lá (aliás. deste tema trataremos na entrevista já realizada com a banda).

A banda esbanja carisma e vai em direção oposta ao senso comum de que os orientais. em especial os chineses (ou taiwaneses neste caso) são pessoas reservadas e tímidas. O temperamento calmo. no caso. é foco no trabalho e concentração na criatividade ilimitada que esse pessoal têm pra fazer as coisas e. agora também. boa música!

Site: www.seraphim-metal.com

Review retirada do site: http://whiplash.net

Nome do CD Switchfoot - Oh! Gravity


Nome do CD Switchfoot - Oh! Gravity
Nome da gravadora **
Review por Ederson dos Reis
Nome da banda Switchfoot - Oh! Gravity
E-mail **
Site da banda **
Review Switchfoot / Oh! Gravity

Era de se esperar que depois do lançamento do disco “Nothing is Sound” a banda Switchfoot não iria demorar em liberar mais uma compilação de inéditas. Não deixariam o mercado enfraquecer. Neste sentido. e um ano após seu último disco. chega às lojas em 26 de Dezembro de 2006 o novo álbum do grupo. intitulado “Oh! Gravity”. Sexto trabalho de uma das maiores bandas cristãs da atualidade. respeitada no cenário secular e cristão na mesma proporcionalidade. E que podemos nos justificar com as várias apresentações do grupo em importantes programas televisivos. canções em trilhas sonoras de filmes e séries e as vendas de milhões de discos pelo mundo.

Switchfoot é exemplo de dedicação ao rock cristão. sempre estiveram valorizando este selo de banda cristã e nunca deixaram que as vendas e o sucesso com a entrada no mainstream os afastassem disso. Deus os abençoou e assim continua.

Assim. o novo trabalho diferentemente dos álbuns anteriores. “Oh! Gravity” se caracteriza pela nova roupagem musical da banda. ou seja. agressividade dos instrumentos e vocais. Melodias mais simples e rápidas. as quais não se aprofundaram nas melodias dos discos “The Beautiful Letdown” e “ Learning To Breath” . Percebe-se uma linguagem mais forte e relacionada à política e ao materialismo. deixando os temas de amor e espiritualidade abafados. Contudo. este afastamento dos temas que antes foram pilares de quase todos os discos da banda é justificável. sempre em algum momento bandas com renome tentam se reinventar musicalmente. apresentando materiais mais diversos.

Todo trabalho é muito bem produzido. com canções diferenciadas nas melodias que não nos deixam enjoados depois de escutá-las várias vezes. A primeira faixa intitula o álbum. “oh! Gravity”. rápida com batidas simples e com um vocal mais agressivo. impondo-se em relação aos instrumentos. Ela assim diz em seu refrão; “Oh! Gravidade! Por que não podemos manter juntos? Filhos de meus inimigos. por que não podemos mantê-la junto? Por que esta tragédia?”. “American Dream” e “Amateur Lovers” seguindo a nova roupagem dos vocais. as guitarras são utilizadas nos mais diversos tons. um rock muito bem executado. Esta canção sai da mesma forma da primeira trilha. “Dirty Second Hands” é a melhor faixa do álbum. diversificada e visivelmente agressiva. simplificada pela ótima produção. Essas primeiras faixas são as que representam o novo caminho do Switchfoot.

Considerando aquelas canções como “I Dare You To Move”. “Learning To Breath”. “You”. “Company Car” e etc. as novas músicas não conseguem identificar o verdadeiro Switchfoot. Passam perto com a faixa “Circles”. mas infelizmente nada de se comparar há quatro anos atrás e os mais de dez anos de carreira do grupo. Quiseram acrescentar algo frenético ou muito empolgante nos shows. uma alegria maior. mas esqueceu-se que Switchfoot é mais do que simples pulos ou gritaria. acredita-se que seja sentimento. “Faust. Midas And Myself” e “Yesterdays” foram feixes de luz que esperávamos deste no trabalho. baladas sem exageros. mas são solitárias quanto à musicalidade.

Enfim. ainda restou a canção “Revenge” uma trilha bônus que não acompanha o disco. exclusiva para compra on line. Acústica e que indevidamente ficou de fora do álbum. uma balada bem aconchegante.

Todavia. não pense que o disco é ruim ou falta criatividade. nada disso. “Oh! Gravity” representa um rock alternativo de boa qualidade. Contudo. para o que representa a banda Switchfoot não chegou a ser o melhor do grupo. Faltou brilho. e aquelas faixas mais apaixonantes. mas é claro. o disco pode ter tido seus momentos e algumas intenções boas. mas não é provavelmente o melhor álbum do grupo. E ainda. o mais importante. a sempre e perfeita poesia de Jon para falar do amor de Deus. apesar de que a trilha “Let Your Love Be Strong” nos leve a pensar que ele assim quis fazer “... Deixe o mundo cair distante... todos meus descansos da vida em cima do amor. o qual criou cada respiração que me foi entregue”. mas não convenceu. Liricamente todo disco é estranho e sem um pouco de nexo em suas mensagens.

Para o rock cristão é um grande lançamento de 2006/2007. em contrapartida para o Switchfoot é um pequeno deslize. que acredito não valeu a pena deixar seus pilares ruírem. “Nothing is Sound” não está disponível para a compra no Brasil. “Oh! Gravity” pode demorar um pouco mais a chegar.



Por Ederson dos Reis
Sugestões e criticas – ed19br@gmail.com
Oh! Gravity.
American Dream
Dirty Second Hands
Awakening
Circles
Amateur Lovers
Faust. Midas. And Myself
Head Over Heels (In This Life)
Yesterdays
Burn Out Bright
4:12
Let Your Love Be Strong
Revenge (bônus Track)

Review retirada do site Dot Gospel

http://www.dotgospel.com/modules.php?name=News&file=article&sid=2567

Nome do CD Welterwerk - Drottnar


Nome do CD Welterwerk - Drottnar
Nome da gravadora **
Review por Ben Ami Scopinho
Nome da banda Welterwerk - Drottnar
E-mail **
Site da banda **
Review Esta banda começou sua carreira em 1996 tocando death metal sob o nome Vitality. porém sua música começou a ser orientada para o estilo atual e. como era uma fase de mudanças. aproveitaram para alterar o nome do conjunto também. e Drottnar (traduzindo. Mestre e Rei – no caso. Jesus Cristo) foi uma escolha natural. E esta “fase de mudanças” parece ter vida longa. pois seus dois EPs vem com sonoridades bem distintas entre si. indo do Black Metal primitivo com muitas influências vikings. e seguindo a algo bem técnico. com violinos e outros elementos não tão usuais no Heavy Metal.


Agora em 2006 o Drottnar enfim está liberando seu debut. “Welterwerk”. com uma progressão nos arranjos que consegue impressionar. Categorizar este disco como sendo apenas Black Metal é simplificar demais sua música. Com vocalizações gritadas e uma seção instrumental muito técnica. as canções são repletas de mudanças de tempo precisas e totalmente insanas. mas estruturadas; flertam com o industrial e o Death Metal. usando velocidade e cadência de forma coerente e sempre visando o dinamismo. Até mesmo os efeitos sonoros que tendem a aumentar este caos são inseridos de forma inteligente. sejam lá suas cornetas. transmissão radiofônica ou cães.

Conclusão: sua música é extrema. torcida e moderna. mas com tanta variedade entre os gêneros utilizados que culmina em algo bem diferente mesmo. “Welterwerk” tem tudo para agradar o público que não abre mão da música agressiva. Bom. quase tudo... A mensagem de suas letras poderá se tornar um empecilho para os radicais. mas azar o deles. pois o Drottnar provou ser uma banda totalmente Heavy Metal e cheia de grandes idéias. Mesmo com seu visual esquisitão de militar-meio-comunista-meio-psicótico. Um discão!

Formação:
Sven-Erik Lind - voz
Karl Fredrik Lind - guitarra
Bengt Olsson - guitarra
Håvar Wormdahl - baixo
Glenn-David Lind - bateria

Drottnar – Welterwerk
(2006 / Endtime Productions - importado)

01. Ad Hoc Revolt
02. The Kakistocracy Catacombs
03. Autonomic Self-Schism
04. Niemand Geht Vorbei
05. Victor Comrade
06. Stardom In Darkness
07. Rullett
08. Destruction´s Czar
09. Vulgo Vesper

Homepage: www.drottnar.com

Nome do CD Motus Perpetuus - Dynasty


Nome do CD Motus Perpetuus - Dynasty
Nome da gravadora Maurício Gomes Angelo
Review por **
Nome da banda Motus Perpetuus - Dynasty
E-mail **
Site da banda **
Review O Dynasty. uma das bandas pioneiras do metal cristão no Brasil. e depois de lançar uma demo e dois eps. somando 7 anos de luta. finalmente consegue colocar no mercado seu primeiro full lenght. com o emblemático nome de “Motus Perpetuus”.


Só isso já é uma grande conquista. E é muito útil para demonstrar a dificuldade de se manter. levar a sério e obter sucesso com uma banda de metal no Brasil. ainda mais difícil por se tratar de uma banda declaradamente cristã (sim. o pré-conceito ainda existe. e em larga escala). não obstante a mentalidade estrangeira do headbanger brasileiro. que felizmente está mudando.

O estilo? Metal Melódico. Sim. O puríssimo e descarado metal melódico. praticado sem nenhuma pretensão de se desvencilhar disto. daqueles com vocal agudo. instrumentos na velocidade da luz. arranjos bem trabalhados e timbres de guitarra doces e harmônicos.

E já que as bandas do estilo se multiplicam mais rápido do que coelhos no cio. o que o Dynasty faz para se tornar uma banda única e obter destaque no meio? È impossível não fazer essa pergunta. e eis aí o grande problema! É aquele negócio: empolga. diverte. agrada os ouvidos. indicado para todas as horas do dia. mas a formulinha cansa e já não tem o mesmo efeito que outrora tivera.

O vocal de Nahor Andrade é limitado. e passa longe de se equiparar aos mestres da área como Timmo Kotipelto. Tobias Sammet. André Matos. Fabio Lione. Kai Hansen e cia. mas não compromete. e com algumas restrições. convence. E a bateria? Bom. nada que você não tenha ouvido antes. Baixo? Ótimo em alguns momentos. mas muito comportado. Teclados? Discretos e bem clichê. Bom. só sobraram as guitarras não é mesmo? Sim. e é aí que a banda consegue melhores resultados. Especialmente nas músicas que possuem mais riffs (daqueles empolgantes mesmo) e com mais variações. incorporando mais elementos do heavy tradicional (recurso que faz um bem imenso ao estilo) e do prog metal (bem levemente). o que está mais visível na fantástica “The Word That Remains”. a melhor do álbum. com certeza. “Following The Sign” é puríssimo metalzão melódico. com direito á aquelas tradicionais suítes instrumentais e belas viradas de bateria. Ouça também a pedregosa “Salvation” e suas saudades do Stratovarius vão ser amenizadas. “Just For Loving You” é a típica balada que não funciona. e esta ali apenas para preencher espaço. piegas até a alma. Deslize que é compensado pela ótima “The Time Is Over”. a mais trabalhada e memorável do álbum que é fechado com a igualmente ótima “Goldenland”. Acho que a ordem das músicas é que acabou prejudicando. pois o álbum é bem melhor do que parece.

O trabalho gráfico está bem bacana. este que ficou á cargo de Marcus Ravelli (desenhista de mão cheia e vocalista do Thespian. uma ótima banda de metal melódico mineira. que aliás pode muito bem ser comparada ao Dynasty. mas que é mais devastadora e já alcançou um nível mais alto).

A produção de Ricardo Parronchi está ótima. uma das melhores que já vi em bandas cristãs no Brasil. É um metal melódico muito bem feito. de gente que sabe o que está fazendo. que diverte pra caramba e vai fazer a alegria dos fãs do estilo. mas em raros momentos impressiona de verdade. o que praticamente leva a zero a chance de ser surpreendido por alguma coisa.

“Motus Perpetuus” é a expressão do que poderia ter sido e não foi. Poderia ser um devastador álbum de metal melódico. capaz até de incentivar as bandas cristãs do estilo. mas não é. Faltam só alguns detalhes para chegar lá. Dar uma caprichada nos refrões. colocar mais riffs e fazer um som que consiga demonstrar mais coisa do hard rock. do heavy tradicional e do prog metal são algumas dicas. Uma dose extra de agressividade também não faz mal á ninguém.

Mas. no final das contas. o saldo é positivo e os erros são perdoáveis. Vocês também não acham que o Edguy já nasceu sabendo fazer aquele metal melódico que encanta o mundo hoje em dia não é mesmo? Dê uma chance ao Dynasty. pode ter certeza que os “prós” superam os “contras”. e os caras merecem. É só o começo. e para um debut está de muito bom tamanho. Só posso desejar um próspero e evolutivo caminho para Nahor Andrade e Cia. Eles tem talento e sabem como melhorar.

God Bless You Guys. Take Your Faith To The Extreme.

Formação:
Nahor Andrade (Vocal)
César Martins (Guitarra)
Tuta (Guitarra)
Ivan Almeida (Baixo)
Ademir Machado (Bateria)
Gustavo Ivon (Teclados)

Track – List:
01 – Not In Vain
02 – Eternity
03 – Against All Evil
04 – The Word That Remains
05 – Miztvoth
06 – Following The Sign
07 – Another Chance
08 – Salvation
09 – Just For Loving You
10 – The Time Is Over
11 – Goldenland

Tempo Total: 57:19 min.

Site Oficial: www.dynasty.com.br

Material Cedido Por:

Avantage Records
www.avantagerecords.com